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Para utilizar as funções presentes neste guia deverá possuir uma oferta Rack Virtual. Precisa :
O Rack virtual permite-lhe juntar virtualmente vários servidores (qualquer que seja o seu número e a sua localização física nos Datacenters) e permite-lhe conectar-se a um switch virtual no seio de uma mesma rede privada. Os seus servidores podem assim comunicar de maneira privada e segura entre eles (no seio de uma VLAN dedicada). Os servidores com placa de rede 100bits (Fastethernet) não podem estar ligados a mais do que uma rede ao mesmo tempo, pois a rede "standard" será cortada. Se tem um servidor com uma placa de rede Gigabit, poderá ir a guia Rack Virtual para configurar as duas redes. Vamos ver em conjunto como activar um servidor que utiliza uma placa de rede 100Mbits (Fastethernet) no seio de um rack virtual. Encomendar o(s) servidor(es) profissional(ais) :
Encomendar um rack virtual :
e clique em . Necessita então de seleccionar os servidores que deseja adicionar à sua infraestrutura e valide a sua nota de encomenda.Uma vez instalado o seu rack virtual receberá um e-mail de confirmação que irá conter a tag do seu rack virtual e todas as informações úteis. A tag não é utilizada para os servidores SP. Quando o seu servidor está num rack virtual, é-lhe cortada a rede standard. Esta permite-lhe gerir os seus macs sem limitações e proteger a comunicação de maneira segura, em contrapartida será necessário desligar-se do seu rack virtual para poder utilizar certos serviços propostos pela OVH :
O procedimento será o seguinte :
1. Introduzimos o servidor em mode rescue. 2. Montamos a partição / depois fazemos um chroot (ver o guia mode rescue novamente) : root@rescue # mount /dev/sda1 /mnt root@rescue # chroot /mnt 3. Copiamos o ficheiro original para podermos reverter a qualquer altura. cp /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0 /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0.save 4. Editamos o ficheiro /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0, e subtituímo-lo por : DEVICE=eth0 BOOTPROTO=static IPADDR=172.16.0.10 NETMASK=255.240.0.0 BROADCAST=172.31.255.255 GATEWAY=172.31.255.254 ONBOOT=yes 5. Podemos igualmente adicionar um ip failover ripe através da duplicação do ficheiro : cp /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0 /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0:0 No qual configura o ip ripe (ver o guia Vrack) : DEVICE=eth0:0 BOOTPROTO=static IPADDR=178.33.8.81 NETMASK=255.255.255.240 BROADCAST=178.33.8.95 GATEWAY=178.33.8.94 ONBOOT=yes 6. Para terminar, vamos reiniciar o servidor e adicioná-lo à baía virtual : Reiniciamos o servidor com um pequeno timer para evitar termos de fazer um reboot hard pois perdemos o acesso ao servidor enquanto o introduzimos no rack virtual. O objectivo é que o servidor esteja no rack virtual no momento em que é reiniciado. Vamos atrasar o reboot 10 minutos para fazer o passo seguinte, poderá concerteza baixar esse valor para 2 ou 3 minutos (sleep 120 ou 180) uma vez que "apanhou o jeito". root@rescue # sleep 600 ; /sbin/reboot Ligue-se ao seu manager V3 e seleccione o seu rack virtual. ![]() Se já não o fez, poderá no Recapitulativo, adicionar e eliminar uma máquina ao seu rack virutal, assim como gerir as máquinas com uma placa de rede Fast Ethernet ao clicar em Gestão do servidores Fast Ethernet ![]() Poderá de seguida activar e desactivar a sua máquina. O ip que deseja utilizar ser-lhe-á pedido a fim de ser configurado nos nossos routers. Caso contrário, vamos adicionar o servidor e introduzimos o ip 172.16.0.10.
![]() Para realizar os seus testes, queira consultar a secção "Testes, Diagnósticos" do guia Vrack
1. Introduzimos o servidor em mode rescue. 2. Montamos a partição / depois fazemos um chroot (ver o guia mode rescue novamente) : root@rescue # mount /dev/sda1 /mnt root@rescue # chroot /mnt 3. Copiamos o ficheiro original para podermos reverter a qualquer altura. cp /etc/network/interfaces /etc/network/interfaces.save 4. Editamos o ficheiro etc/network/interfaces, e comentamos eth0 para mudá-lo pelo ip privado : #auto eth0 #iface eth0 inet static # address 94.23.10.210 # netmask 255.255.255.0 # network 94.23.10.0 # broadcast 94.23.10.255 # gateway 94.23.10.254 auto eth0 iface eth0 inet static address 172.16.0.10 netmask 255.240.0.0 broadcast 172.31.255.255 gateway 172.31.255.254 5. Podemos igualmente adicionar um ip failover ripe ao mesmo ficheiro (ver o guia Vrack) : auto eth0:0 iface eth0:0 inet static address 178.33.8.82 netmask 255.255.255.240 broadcast 178.33.8.95 gateway 178.33.8.94 6. Para terminar, vamos reiniciar o servidor e adicioná-lo à baía virtual : Reiniciamos o servidor com um pequeno timer para evitar termos de fazer um reboot hard pois perdemos o acesso ao servidor enquanto o introduzimos no rack virtual. O objectivo é que o servidor esteja no rack virtual no momento em que é reiniciado. Vamos atrasar o reboot 10 minutos para fazer o passo seguinte, poderá concerteza baixar esse valor para 2 ou 3 minutos (sleep 120 ou 180) uma vez que "apanhou o jeito". root@rescue # sleep 600 ; /sbin/reboot Conecte-se ao seu manager V3 e seleccione o seu rack virtual. ![]() Se já não o fez, poderá no Recapitulativo, adicionar e eliminar uma máquina ao seu rack virutal, assim como gerir as máquinas com uma placa de rede Fast Ethernet ao clicar em Gestão do servidores Fast Ethernet ![]() Poderá de seguida activar e desactivar a sua máquina. O ip que deseja utilizar ser-lhe-á pedido a fim de ser configurado nos nossos routers. Caso contrário, vamos adicionar o servidor e introduzimos o ip 172.16.0.10.
![]() Para realizar os seus testes, queira consultar a secção "Testes, Diagnósticos" do guia Vrack
1. Introduzimos o servidor em mode rescue. 2. Montamos a partição / depois fazemos um chroot (ver o guia mode rescue novamente) : root@rescue # mount /dev/sda1 /mnt root@rescue # chroot /mnt 3. Copiamos o ficheiro original para podermos reverter a qualquer altura. cp /etc/conf.d/net /etc/conf.d/net.save 4. Editamos o ficheiro etc/network/interfaces, e comentamos eth0 para mudá-lo pelo ip privado : #config_eth0=("94.23.10.210 netmask 255.255.255.0") #routes_eth0=( "default gw 94.23.10.254" ) config_eth0=("172.10.0.40 netmask 255.240.0.0") routes_eth0=( "default gw 172.31.255.254" ) 5. Podemos igualmente adicionar um ip failover ao adicionad uma linha suplementar (ver o guia Vrack) : config_eth0=("171.16.0.10 netmask 255.240.0.0" "178.33.8.84 netmask 255.255.255.240 brd 178.33.8.94") routes_eth0=( "default gw 172.31.255.254" ) 6. Para terminar, vamos reiniciar o servidor e adicioná-lo à baía virtual : Reiniciamos o servidor com um pequeno timer para evitar termos de fazer um reboot hard pois perdemos o acesso ao servidor enquanto o introduzimos no rack virtual. O objectivo é que o servidor esteja no rack virtual no momento em que é reiniciado. Vamos atrasar o reboot 10 minutos para fazer o passo seguinte, poderá concerteza baixar esse valor para 2 ou 3 minutos (sleep 120 ou 180) uma vez que "apanhou o jeito". root@rescue # sleep 600 ; /sbin/reboot Conecte-se ao seu manager V3 e seleccione o seu rack virtual. ![]() Se já não o fez, poderá no Recapitulativo, adicionar e eliminar uma máquina ao seu rack virutal, assim como gerir as máquinas com uma placa de rede Fast Ethernet ao clicar em Gestão do servidores Fast Ethernet ![]() Poderá de seguida activar e desactivar a sua máquina. O ip que deseja utilizar ser-lhe-á pedido a fim de ser configurado nos nossos routers. Caso contrário, vamos adicionar o servidor e introduzimos o ip 172.16.0.10.
![]() Para realizar os seus testes, queira consultar a secção "Testes, Diagnósticos" do guia Vrack |
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